A incrível geração de mulheres que não te perguntou nada

escreva capitu

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Esses dias acompanhei pelo facebook uma espécie de discussão sobre a mulher contemporânea e relacionamentos amorosos (com mulher contemporânea leia-se a mulher pertencente a classe-média com acesso à universidade etc.). O debate partiu do texto “A incrível geração de mulheres que foram criadas para ser tudo o que um homem não quer“, da blogueira Ruth Manus, que em resumo, segundo a autora: as mina é mais e os caras é menas.

Eu sinceramente fico impressionada com a capacidade masculina de dominar toda uma sociedade, instituir o patriarcado¹ e serem tão burros, meu deus, como homem é burro. (Minha aposta é a de que apelaram pra força física).

Em resposta veio o texto “A incrível geração de mulheres chatas”, da Mariliz Pereira Jorge, que aparentemente acha que a mulher já conquistou o mundo na década de 1950. A classe masculina aplaudiu, nenhuma novidade, mas um dia a gente chega lá…

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Quem envergonhou o Brasil aqui e lá fora?

Leonardo Boff

Pertence à cultura popular do futebol a vaia a certos jogadores, a juízes e eventualmente a alguma autoridade presente. Insultos e xingamentos com linguagem de baixo calão que sequer crianças podem ouvir é coisa inaudita no futebol do Brasil. Foram dirigidos à mais alta autoridade do pais, à Presidenta Dilma Rousseff, retraída nos fundos da arquibancada oficial.

Esses insultos vergonhosos só podiam vir de um tipo de gente que ainda têm visibilidade do pais, “gente branquíssima e de classe A, com falta de educação e sexista’ como comentou a socióloga do Centro Feminista de Estudos, Ana Thurler.

Quem conhece um pouco a história do Brasil ou quem leu Gilberto Freyre, José Honório Rodrigues ou Sérgio Buarque de Hollanda sabe logo identificar tais grupos. São setores de nossa elite, dos mais conservadores do mundo e retardatários no processo civilizatório mundial, como costumava enfatizar Darcy Ribeiro, setores que por 500 anos ocuparam…

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